terça-feira, janeiro 01, 2008

2008

Que este novo ano seja a pazada de terra que faltava para a morte certa do que passou.

2007, não me deixas saudades...
levaste-me demasiadas noites
demasiadas lágrimas
demasiados sorrisos.

E para 2008 apenas desejo a tua morte!
Desejo apenas apargar-te para sempre de mim
e apagar de mim os que durante o teu reinado me levaram o que sou.

Ontem enterrei-te e não vou rezar nenhuma missa por ti porque não quero nunca mais recordar-te.

Adeus ano terrível...

Benvinda nova esperança!

2008, traz-me de volta meu eu... e minha alma se a encontrares por onde anda perdida.

6 comentários:

O Meu Mundo disse...

Se continuares com estes pensamentos positivos que adoro, tenho a certeza que vai ser um 2008 em grande! ;)

ana disse...

Faço votos que tenhas um excelente 2008 e que encontres a tua alma, tal como eu voltei a encontrar a minha neste primeiro dia do ano!

Desejo, também, que concretizes todos os teus projectos, quer pessoais quer profissionais!

Feliz 2008!

Um abraço

Papoila disse...

Claro que irás encontrar o teu Eu a tua alma ... só tens que inverter o olhar. Olhar mais para ti....... lá bem para o fundo. Vá. Está na hora.
Força

BF

Vanadis disse...

Vale para ti e para mim.

Tânia Pereira disse...

Parece que sou sempre do contra mas a verdade é que mais uma vez não concordo! A verdade é que mesmo o mal serve para dar-nos a forma que hoje temos. SE tens menos um sorriso ou mais lágrimas vertidas, será para poderes usufruir e libertar as próximas com maior consciência do seu valor.
Não negues ou renegues o que acontece de mal. Trata-se apenas de profilaxia para a doença que está sempre à espreita! Por isso, reforça o teu sistema imunitário e deixa-te confiar. Até no mal!
bjocas e bom ano

poeta_poente disse...

Não posso deixar de te dar razão tânia, mas prefiro mesmo não recordar certas crueldades que este ano me trouxe, não no sentido do acaso, mas porque fui eu proprio a incuti-las em mim. As lagrimas podias eu proprio ter poupado, e ainda posso. Quero esquece-lo no sentido de não querer mais ser como fui este ano... sobrevivi, isso tornou-me mais forte... sem dúvida embora ainda muito abalado. Mas bem dizia o Cunningham, ficam as horas... as horas...